O exercício número 9, o último do curso Jornalismo 2.0 do Knight Center, foi o mais complexo de todos. Tínhamos que fazer um documentário que deveria ter, no máximo, 10 minutos.
Minha primeira dificuldade foi encontrar um tema interessante e, ao mesmo tempo, acessível, já que o tempo era curto. Demorei demais nessa parte, até que achei um assunto de interesse público que me chamou a atenção: a procura de mulheres sem condições por uma laqueadura.
A segunda dificuldade foi na elaboração do roteiro. Se trabalhasse mais uma semana só nisso, acho que conseguiria fazer algo bem mais interessante de se assistir. Falo em uma semana porque não tenho o hábito e, portanto, nem o ritmo para criar um roteiro para vídeo.
O problema seguinte foi na edição. Usei o Movie Maker e estava encantado em como um produto Microsoft funcionava maravilhosamente bem sem aparecer aquelas telas de “executou uma operação ilegal e será fechado”. Ele não travou nenhuma vez. Palmas para a turma do Bill Gates!
Então, eis que o monitor de visualização do programa parou de funcionar e não consegui mais ver como o vídeo estava ficando. Fui pesquisar na rede alguma solução, mas não encontrei absolutamente nada. Cheguei a um blog que apresentava um tutorial do software, mas os caras lá não permitiam comentários de quem não fosse do clubinho. Neste momento, entrou em ação a experiência de usuário Windows… sei lá porque motivo, mas quando tirei a tela com o título inicial voltou tudo a funcionar… Por isso, meu vídeo começa direto, sem aquela telinha com um nome, bem bonita.
Era hora de publicar no Youtube. Baixei a qualidade, mas tentei não diminuir muito, ou não ia dar para ver quase nada. Fiz o upload e aparentemente tinha dado tudo certo, até que, depois de alguns minutos, apareceu uma mensagem dizendo que o vídeo era grande demais. E ai, mais um problema em relação ao que me foi pedido… extrapolei os 10 minutos. O VÍDEO ESTÁ MUITO LONGO! Assim como na matéria anterior, me faltou poder de síntese.
Creio que ainda não fiz um trabalho multimídia de verdade no curso. A linguagem ainda segue os padrões tradicionais, mas entendo que é tomando pau que uma hora vou acertar, fazendo algo enxuto e ao mesmo tempo, rico em conteúdo. (mas vai demorar… esse texto aqui, por exemplo, deveria ter, no máximo, 10 linhas…)
De qualquer forma, foi um grande exercício.
Posso afirmar que estou hoje mais capacitado para encarar os desafios do Jornalismo 2.0 do que antes do curso.
***
AGRADECIMENTOS:
- Aproveito para agradecer a Vanusa, por ter driblado a vergonha das câmeras e dividido comigo um problema particular;
- A professora Jaqueline Lubianca, que me atendeu prontamente por duas vezes e tirou todas as dúvidas que eu pudesse ter sobre o assunto (igualmente, espero ter conseguido reproduzir esse sentimento no vídeo, esclarecendo as dúvidas de quem assisti-lo).
- Obrigado também a Margarida Roncatto, do Hospital de Clínicas, pela agilidade em me conseguir os contatos necessários.
POR FIM…
– Castilho, obrigado pela oportunidade. Aguardo tuas observações!
: ) Muito legal
Por: Cris em Setembro 2, 2008
às 1:20 pm